sábado, 13 de setembro de 2014

Inclusão | O que as escolas precisam mudar?

Treinando criança com deficiência para usar o banheiro: aprenda o básico!


                                Autora da Postagem : Vívian Cristine

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"A questão de quando e como começar o treinamento do toalete pode ser particularmente difícil para os pais de crianças com deficiência.
Mas, uma coisa parece fato: aqueles pais que têm filhos com deficiência parecem apreciar e comemorar mais o processo de treinamento do toalete. Isto, provavelmente, porque significa mais um passo no desenvolvimento global da criança, mais um desafio vencido! Este processo pode ser uma oportunidade para descobrir como a criança aprende melhor, bem como usar dessa vitória como um exemplo que a criança é capaz de progredir.
O treinamento do toalete funciona melhor quando os pais dessas crianças têm acesso à orientação, instrução e encorajamento. O primeiro passo para começar é perceber se a criança está pronta."


Em relação citado nessa entrevista eu percebo que dependendo do grau de deficiência da criança e como o profissional que trabalha com ela a estímula ,a criança consegue perceber e solicitar ajuda ,com certeza sobre suas necessidades fisiológicas pois  na escola a qual eu trabalho o alunos que os pais o quanto os incluiu na escola e faz um trabalho de parceria junto com os profissionais que são necessários para desenvolver as aptidões dos mesmos tem um avanço melhor e um aproveitamento o quanto mais cedo de seus filhos podendo , desenvolver suas aptidões e das mais simples podendo chegar das mais simples a  complexas .... 
Pesquise no site abaixo o passo a passo :
FONTE:

A diversidade e inclusão



                                                                      Autora da Postagem: Vívian Cristine
Este video retrata o assunto diversidade música interpretada pelo o cantor Lenine .










Fonte:
https://www.youtube.com/watch?v=khNKDXdcj7w

UMA PESQUISA SOBRE MATEMÁTICA?


AJUDE RESPONDER ALGUMAS QUESTÕES SOBRE MATEMÁTICA



ATENCIOSAMENTE GRUPO 8

Plano Municipal de Educação de Uberlândia



Uberlândia promoveu esta semana, nos dias 11 e 12 de Setembro, o Congresso Municipal de Educação para elaboração do Documento Referência do Plano Municipal de Educação do município de Uberlândia. A fase inicial do plano contemplou a apresentação e análise do documento referência por todas as escolas e conveniadas da Rede Municipal de Ensino, cujo objetivo foi a participação de todos os segmentos da comunidade escolar - um dos princípios da gestão democrática. 
Todas as unidades de ensino e conveniadas da Rede tiveram a oportunidade de manifestar-se acrescentando ou suprimindo emendas ao documento que foi discutido nos dias do Congresso. O Plano Municipal de Educação foi estruturado a partir dos seguintes eixos:
I. Sistema Municipal de Ensino;
II. Educação Inclusiva: Cidadania e Emancipação;
III. Qualidade da Educação: Democratização e Aprendizagem;
IV. Gestão Democrática;
V. Valorização dos/as Trabalhadores/as da Educação: Formação e Condições de Trabalho;
VI. Financiamento da Educação: Transparência e Controle Social.  ao documento emendas.
Destes é importante destacar o eixo II que trata da questão da diversidade e inclusão. Para conhecer o documento na íntegra, basta acessar:



Inclusão e processo de democratização


Inclusão digital é mais que pensar na pessoa que vai ter acesso ao computador com internet, mais ainda que acessar email e enviar algum arquivo! Pensemos que ferramentas tecnólogicas envolve a questão do emprego e geração de renda. Isso pensar nas condições de de vida.

Essa discussão aparece no blog de SALVIO REIS
No sentido que: 

"Inclusão digital é o nome dado ao processo de democratização do acesso às tecnologias da Informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade da informação. Inclusão digital é também simplificar a sua rotina diária, maximizar o tempo e as suas potencialidades. Um incluído digitalmente não é aquele que apenas utiliza essa nova linguagem, que é o mundo digital, para trocar e-mails, mas aquele que usufrui desse suporte para melhorar as suas condições de vida."

Fonte clique:


sexta-feira, 12 de setembro de 2014

DIVERSIDADE ÉTNICO- RACIAL: CONSCIÊNCIA NEGRA NA SALA DE AULA



Trabalhar com diversidade na sala de aula é um tema que contribui para pensarmos outros objetivos que a educação acaba deixando de lado ao buscar, por exemplo cumprir cronogramas. A exemplo disso a questão étnico-racial que apesar ser de nossa origem a forma diversa, ainda não temos muitos exemplos de plano de aula relacionada a temática. Por outro lado nos últimos surgem muitos autores e professores que estão produzindo muito sobre o assunto. Um exemplo relacionado a temática:



Vejamos como é construído o objetivo geral:

OBJETIVO GERAL
•Valorizar a cultura afro-descendente, reconhecendo a sua presença de forma positivada nos diversos segmentos da sociedade, no que diz respeito à literatura, arte, culinária, religião música e dança.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
•Discutir as relações raciais no ambiente escolar;
•Reconhecer e valorizar a cultura africana e afro-descendente, como formadora da nossa cultura;
•Promover o respeito pelas várias etnias;
•Reconhecer a constante presença da marca africana na literatura, na música, na culinária, na arquitetura, na lingüística, na criatividade na forma de viver, de pensar, de dançar, de rezar.


Inclusão digital no espaço amazônico

O artigo analisa a questão relativa à inclusão digital no espaço
amazônico, enfocando as razões para uma inclusão digital/intercultural;
os múltiplos saberes culturais existentes; a implementação das novas
tecnologias da informação e do conhecimento, a partir da etnologia na
cibercultura; além de buscar compreender essa nova inclusão digital
pautada nos reais interesses dos povos e das populações tradicionais
da Amazônia. Enfatiza as propostas de inclusão digital presentes na
agenda de governo, com o objetivo de questionar a dificuldade de acesso
por parte de populações ribeirinhas, quilombolas e indígenas, tendo em
vista que as políticas públicas de inclusão digital não se estendem para
essas populações...

http://ojs.rbpg.capes.gov.br/index.php/rbpg/article/view/426/356


                     Continuar lendo...(postado por Silvânia Vasconcelos)

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

REDES NA TERCEIRA IDADE E A INCLUSÃO DIGITAL




Grupo de discussão sobre inclusão para a terceira idade criado em 2012 por Vicente Reis, com objetivo de prevenir a exclusão dos indivíduos idosos por desconhecerem a nova linguagem que se dissemina também nas conversas sociais. O perfil de idoso mudou muito nos últimos tempos com as novas tecnologias e possui 12 membros.

Leia mais, 

Como trabalhar as relações raciais na pré-escola

Mostrar a importância de respeitar as diferenças é uma lição que deve ser ensinada desde os primeiros anos de escolaridade

Formação para atender à Lei 10.639, de 2003
A questão racial é conteúdo obrigatório no currículo escolar. A Lei 10.639, de 2003, decretou a inclusão do ensino da História e da cultura afro-brasileiras no Ensino Fundamental e Médio. E a lei passou a valer para todos os níveis da Educação Básica com a instituição das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais.
Para ajudar escolas e professores, a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação promove cursos de capacitação e distribui material didático sobre o tema. Um desses cursos, em parceria com a Universidade de Brasília, já formou (a distância) cerca de 25 mil professores de escolas públicas de 306 municípios de todo o país no tema Educação e Diversidade Étnico-Raciais.
Além de conhecer a influência africana na formação cultural brasileira, eles receberam informações sobre a questão racial na Educação Infantil, principalmente no que diz respeito à identidade racial.
Os especialistas ressaltam que o objetivo do professor não deve ser desprezar um determinado tipo de cultura ou dizer que uma é melhor do que outra. "Cabe à escola dar oportunidade para todos conhecerem a cultura afro e entenderem que ela faz parte da cultura brasileira", diz Waldete Tristão Farias Oliveira, coordenadora pedagógica do Centro de Educação Infantil Jardim Panamericano e formadora de professores em questões raciais.



Orientação site

Olá a todos e todas administradores/as do site!


Não esqueçam,

PRIMEIRO postar no site
SEGUNDO ir nas páginas respectivas e vinculadas ao assunto
TERCEIRO nessas páginas fazer breve enunciado das postagem realizada, colocar a autoria da postagem e colocar o link que leve para sua postagem (e não a fonte que você usou para fazer a postagem na página de início.) Na página estaremos fazendo, de certa forma propaganda da sua postagem e o link da sua postagem levará a pessoa para ela.



Programas de Inclusão Digital do governo federal


O governo eletrônico também atua por meio da inclusão digital para que o cidadão exerça a sua participação política na sociedade do conhecimento. As iniciativas nessa área visam garantir a disseminação e o uso das tecnologias da informação e comunicação orientadas ao desenvolvimento social, econômico, político, cultural, ambiental e tecnológico, centrados nas pessoas, em especial nas comunidades e segmentos excluídos.
Saiba mais sobre essas iniciativas de Inclusão Digital acessando a página oficial dos programas no link abaixo.

A literatura afro-brasileira e seu autor maior: Machado de Assis


Neste ensaio da professora Elizabeth R. Z. Brose, doutora em Teoria da Literatura, defendeu tese sobre obras do angolano Pepetela sob orientação da Profa. Dra. Regina Zilberman; participa do grupo de estudos interdisciplinares Educomafro da PUCRS, que elabora curso de pós-graduação sobre afro-brasilidades. Ensaio apresentado no Seminário Nacional de Literatura e História, ocorrido na FAPA, em maio de 2008.
A professora fala das representações do negro História Geral das Guerras Angolanas: Cadornega e na transcrição de uma carta da rainha Jinga. E discursa sobre a questão de o Por que a Literatura afro-brasileira ou negra seria hoje um conceito em construção? Fala também da questão de o que seria um escritor afro-brasileiro, para quem está interessado em fazer o TCC na área da Literatura Afro-brasileira será de grande valia.

Sociedade brasileira é 'racista', afirma futuro presidente negro do TST

Para Carlos Alberto Reis de Paula, discriminação é 'uma questão cultural'.

Primeiro negro eleito para presidir o Tribunal Superior do Trabalho (TST), o ministro Carlos Alberto Reis de Paula qualifica a sociedade brasileira como "racista e discriminatória". "É racista, discriminatória e usa de discriminação por um motivo muito simples: uma questão cultural".
O ministro Carlos Alberto Reis de Paula, durante entrevista ao G1 em seu gabinete no TST (Foto: Fabiano Costa / G1)
Aos 68 anos – ele completa 69 anos em 26 de fevereiro –, o magistrado eleito por unanimidade para a presidência do TST revela que já foi alvo de racismo ao longo da vida, mas nunca foi discriminado no Judiciário. "Isso acontece, isso é o Brasil", disse. O ministro se diz um defensor das políticas de cotas para o ingresso de negros nas universidades federais. Ele, no entanto, ressalta que é contra a implantação do sistema para o acesso ao serviço público. "O problema de cota não pode ser uma esmola. Cota é uma questão de justiça social", avalia. Mestre e doutor em direito constitucional pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), ele ingressou a magistratura, em 1979, como juiz do trabalho da 3ª Região (MG). Atualmente, concilia as atribuições no tribunal trabalhista com o mandato de conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O ministro, porém, diz que deixará a vaga no CNJ assim que assumir a presidência do TST.

Para ler os principais trechos da entrevista acesse:

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Anemia Falciforme e Inclusão

A Anemia Falciforme é uma doença que pode alterar a rotina escolar da criança portadora. Precisamos ficar atentos aos sintomas e ajudá-la em suas necessidades, além de conscientizar as demais crianças sobre a doença. Saiba como ajudá-la lendo o Manual do Professor - Anemia Falciforme.  Aproveite e utilize o material para planejar uma aula sobre o assunto.
(Andelúcia Teixeira)

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/anvisa/professor.pdf

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Calculadoras e ferramentas tecnológicas no ensino


Calculadoras: princípio básico de planilhas
(Postagem Ronicley Araújo)

Introduzir ferramentas como calculadora, computador e outros instrumentos tecnológicos nas salas e nas atividades escolares ainda são vista com desconfiança. No artigo da revista digital http://revistaescola.abril.com.br/ a autora da postagem Amanda Polato intitulado "Ferramentas tecnológicas nas aulas de Matemática" Destaca: "Entretanto, saber usar calculadoras e conhecer os princípios básicos de planilhas eletrônicas do tipo Excel são hoje demandas sociais..."

Calculadora na educação

"Entretanto, saber usar calculadoras e conhecer os princípios básicos de planilhas eletrônicas do tipo Excel são hoje demandas sociais. Você deve introduzir esses recursos nas aulas - mas com o cuidado de pontuar que eles não fazem mágica alguma. Ao contrário, sua utilidade se aplica apenas a situações específicas. "O professor deve mostrar que eles são importantes para poupar tempo de operações demoradas, como cálculos e construções de gráficos, quando o que importa é levantar as ideias mais relevantes sobre como resolver a questão",

domingo, 7 de setembro de 2014

A inclusão digital nas escolas públicas

 

A utilização da tecnologia como recurso pedagógico e inclusão digital na escola pública está ocorrendo, inicialmente, com jogos de Matemática e Português - como visto na foto a seguir.

 

http://emdomingosdinizmoreira.blogspot.com.br/2012/10/inclusao-digital.html

Política de Inclusão no Brasil



A política de inclusão no Brasil é ainda recente segundo o site www.comciência.br "A política de inclusão de crianças nas escolas regulares brasileiras completa dez anos em 2006." contudo muitos debates e perspectivas sobre a inclusão das crianças.


Jovens já inseridos no mercado de trabalho

Na reportagem intitulada "Crianças com necessidades especiais – a escola lidando com a diversidade" nesse trabalho os/as autores/as da reportagem dão destaque para o uso de tecnologias para o trabalho:


"Segundo a pesquisadora Lucila Santarosa, do Núcleo de Informática na Educação Especial da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, (Niee), ambientes digitais de aprendizagem amenizam a discriminação social, criando oportunidades para pessoas cujos padrões de aprendizagem não seguem quadros típicos de desenvolvimento." 


Disponível em<http://www.comciencia.br/reportagens/2005/12/06.shtml> Acesso em: 7 de set 2014